PMDI - PM Desenvolvimento Integrado. Coaching Executivo e Desenvolvimento de Negócios

Ajudar pessoas a superarem desafios; Treinar equipes para alcançarem metas; Apoiar empreendedores a alavancarem negócios

  
  

O Facebook tem um aplicativo de câmera. A gente nem se dá conta, mas ele está lá, discretamente embutido em inúmeros apps. Sempre que batemos uma foto de dentro do Facebook ou do Messenger no celular, é este aplicativo que usamos. Embora tão discreta que passa despercebida, a câmera está no centro da estratégia da empresa de Mark Zuckerberg para os próximos cinco anos. É um projeto ambicioso, que aposta no confronto com Google e Apple de frente e pode terminar com inúmeros aparelhos, como a televisão. Ou o próprio smartphone.

Smartphones já atingiram o ponto de maturidade tecnológica. É o momento em que computadores estavam na virada do século. Quando uma tecnologia está madura, ela perde a capacidade de surpreender. Celulares ficarão mais rápidos, mais leves e finos, uns truquezinhos novos aparecerão. E, no entanto, um lançamento após o outro deixará aquela impressão de que já nos empolgamos mais com as novidades. Pois o Vale do Silício está em busca da nova novidade.

Muitos executivos acreditam que as mudanças vêm de cima para baixo. Nossa pesquisa mostra uma história diferente.

VISÃO GERAL

Os executivos que atuam no C-Level muitas vezes são elogiados pelo sucesso de suas organizações. Nossos dados mostram claramente que o papel decisivo na implantação de mudanças é desempenhado pela liderança de negócios. Líderes de unidades de negócio são a base que conecta a parte de cima com a de baixo da organização. Eles traduzem a visão corporativa para a força de trabalho do futuro, em termos que podem ser entendidos e adotados pelos funcionários. Asseguram que as equipes sejam bem comandadas, recebam as informações que precisam e tenham a responsabilidade, emoções positivas e recursos necessários para que desempenhem bem suas funções.

CONCLUSÕES CHAVE

homem-máquina5 competências tecnológicas que serão obrigatórias no futuro.

De noções de programação a familiaridade com a "nuvem", veja habilidades ligadas à tecnologia que em breve serão cobradas de profissionais de qualquer área.

Num passado incrivelmente recente, quem dominasse algumas funções do Excel era visto como profissional diferenciado pelo mercado de trabalho.

Hoje, nem o domínio de todo o pacote Office chega a impressionar um recrutador – e quem não tem familiaridade com as planilhas da Microsoft pode sofrer para executar as tarefas mais básicas do dia a dia.

O mesmo pode ser dito sobre outras habilidades ligadas ao universo da tecnologia que ainda são consideradas “avançadas demais” para quem não trabalha diretamente com TI.