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O Facebook tem um aplicativo de câmera. A gente nem se dá conta, mas ele está lá, discretamente embutido em inúmeros apps. Sempre que batemos uma foto de dentro do Facebook ou do Messenger no celular, é este aplicativo que usamos. Embora tão discreta que passa despercebida, a câmera está no centro da estratégia da empresa de Mark Zuckerberg para os próximos cinco anos. É um projeto ambicioso, que aposta no confronto com Google e Apple de frente e pode terminar com inúmeros aparelhos, como a televisão. Ou o próprio smartphone.

Smartphones já atingiram o ponto de maturidade tecnológica. É o momento em que computadores estavam na virada do século. Quando uma tecnologia está madura, ela perde a capacidade de surpreender. Celulares ficarão mais rápidos, mais leves e finos, uns truquezinhos novos aparecerão.

Muitos executivos acreditam que as mudanças vêm de cima para baixo. Nossa pesquisa mostra uma história diferente.

VISÃO GERAL

Os executivos que atuam no C-Level muitas vezes são elogiados pelo sucesso de suas organizações. Nossos dados mostram claramente que o papel decisivo na implantação de mudanças é desempenhado pela liderança de negócios. Líderes de unidades de negócio são a base que conecta a parte de cima com a de baixo da organização. Eles traduzem a visão corporativa para a força de trabalho do futuro, em termos que podem ser entendidos e adotados pelos funcionários. Asseguram que as equipes sejam bem comandadas, recebam as informações que precisam e tenham a responsabilidade, emoções positivas e recursos necessários para que desempenhem bem suas funções.

CONCLUSÕES CHAVE

homem-máquina5 competências tecnológicas que serão obrigatórias no futuro.

De noções de programação a familiaridade com a "nuvem", veja habilidades ligadas à tecnologia que em breve serão cobradas de profissionais de qualquer área.

ciclo do hábito

Até há pouco tempo pensava-se que modificar e automatizar um hábito exigia 21 dias. Otimismo demais! Um estudo recente de Jane Wardle, do University College de Londres, publicado no European Journal of Social Psychology, afirma que para transformar um novo objetivo ou atividade em algo automático, de tal forma que não tenhamos de ter força de vontade, precisamos de 66 dias.

Ninguém está inteiramente certo de onde a regra dos 21 dias se originou. Um dos pioneiros na Teoria dos 21 Dias foi o cirurgião plástico e psicólogo Maxwell Maltz, em 1960. Ele relatou que seus pacientes notavam as mudanças nas cirurgias apenas após 21 dias da operação, e registrou no livro Psico-cibernética que 21 dias é o tempo que o cérebro precisa para se adaptar a uma mudança.